A evidência da entrega de Equipamento de Proteção Individual por biometria facial funciona como uma assinatura eletrônica, substituindo as antigas fichas de papel por um processo 100% digital e seguro — vinculado ao CPF do trabalhador dentro do seu software de gestão de SST.
O sistema valida a identidade do trabalhador por meio do mapeamento dos pontos faciais, vinculando a retirada do equipamento diretamente ao CPF cadastrado.
Esse modelo possui plena validade jurídica perante o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e a fiscalização trabalhista. A legislação brasileira, por meio da Portaria MTE nº 671 e das diretrizes da NR-6 (Equipamentos de Proteção Individual), autoriza expressamente o uso de sistemas eletrônicos para o registro de entrega de EPIs, desde que garantam a autoria e a integridade dos dados.
Os dados biométricos sensíveis são criptografados em formato de códigos matemáticos — não a imagem real do rosto — impedindo a reconstituição ou vazamento da identidade do funcionário, em conformidade com a LGPD.